Expansão Rápida de Maxila – Infográfico

Expansão rápida de maxila ou disjunção palatina é um recurso muito utilizado em ortodontia para aumentar a largura da maxila que é o osso que serve como base para a arcada superior.

Para realizar a expansão rápida de maxila o ortodontista usa o disjuntor palatino, um aparelho que é fixado aos dentes e fica junto ao palato.

O aparelho é dividido no centro e estas duas metades se separam na medida em que o parafuso central é ativado.

Como resultado há a aplicação de força de forma rápida na estrutura da maxila que leva à ruptura da sutura palatina (a linha de união entre as duas metades do osso maxilar que podemos até sentir com a língua).

Com a ruptura da sutura as duas metades se separam e a arcada se expande. O sinal de que a expansão rápida de maxila funcionou é o aparecimento da separação entre os incisivos centrais superiores, o diastema central.

Depois de consolidar a disjunção o aparelho fixo pode ser colado.

Neste infográfico vamos mostrar através de textos e imagens como funciona o disjuntor palatino desde a montagem até o término da expansão rápida de maxila. Nestas imagens usamos o disjuntor Hirax, mas os princípios são os mesmos adotados em outros aparelhos como o Haas e o Mc Namara.

Você vai entender todos os passos do processo, desde como são confeccionadas as bandas ortodônticas até a cimentação do disjuntor.

Também vai ver como se forma o diastema central, aquele espaço que surge entre os incisivos superiores quando a expansão rápida de maxila funciona mesmo.

Veja neste outro post como resolver o problema estético causado pela abertura do diastema durante a disjunção.

Disjunção palatina - expansão rápida de maxila - infográfico

Disjunção palatina – expansão rápida de maxila – infográfico

Você encontra mais artigos relacionados à expansão rápida de maxila aqui no Blog do ortodontista.net, assim como depoimentos de quam já passou por este procedimento nos inúmeros comentários de cada post.

Por isso, vale a pena dar uma olhada com calma em todos os posts sobre este assunto.

Abraços,

 

Dr. Andre Moreira